“Esconderijo
A palavra-chave
Sempre se esconde
Atrás da porta.”
(Lêdo Ivo)
A palavra-chave
Sempre se esconde
Atrás da porta.”
(Lêdo Ivo)
“Olha, eu trabalhava e tive que descobrir meu método sozinha. Não tinha conhecido ninguém ainda. Me ocorriam idéias e eu sempre me dizia: ‘Tá bem. Amanhã de manhã eu escrevo’. Sem perceber que, em mim, fundo e forma é uma coisa só. Já vem a frase feita. Enquanto eu deixava ‘para amanhã’, continuava o desespero toda manhã diante do papel branco. E a idéia? Não tinha mais. Então eu resolvi tomar nota de tudo que me ocorria. Contei ao Lúcio , que então eu conheci, que eu estava com um montão de notas assim, separadas. Depois elas fazem sentido. Ele concordou. Estas folhas ‘soltas’ deram Perto do coração selvagem.” (Clarice Lispector)
Aos colegas que tiveram a coragem e disposição de vencer o barreira do difícil e escrever com maestria os textos a seguir, vale o prestígio! Confiram as crônicas a seguir!!!
Que venha o futuro !
Não sei se sou a única pessoa a parar pra pensar no que pretendo acrescentar ao meu futuro. Nessa época de decisões que devem ser pensadas e repensadas, tenho em mente ENEM e o Vestibular, não esquecendo de citar um futuro pela frente.
Muitos adolescentes da minha idade não estão nem aí com o que irão enfrentar nas próximas etapas de suas vidas. Ou quem sabe,acham que mesmo crescendo,continuarão embaixo das asas de suas mães e pais.
A vida não é fácil pra quem não se mostra interessado em crescer, em ter independência, em conquistar cada meta com o seu próprio trabalho. Lá, poderão ver que valeu a pena ficar anos sentados em carteiras escolares escutando seus professores falarem: - Isso vai ser muito inportante nos seus futuros! E vejo que estas palavras são determinantes.
Mas enquanto minhas dúvidas não são sanadas,continuo buscando no meu presente que fazer. Então,que venha o futuro!
Moda x Droga
Primeiro beijo, primeiro amor, primeira boate, primeira bicicleta, há tantas primeiras vezes que passamos na vida que dá medo de lembrar como foi. Talvez por um fiasco e outras por ter sido tão boa.
A adolescência é a época em que mais procuramos coisas novas, nos metendo onde não somos chamados, passando vergonha ou marcando bela presença. Para que ter medo? Se vivermos com medo, não piscamos nem os olhos. Só acredito vendo! Mas você tem coragem mesmo de ir ver? Ao mesmo tempo curioso e aventureiro, mas também medroso.
“Drogas? Não obrigado”.Como queria que essa fosse a resposta de muitos adolescentes a quem lhes oferecesse um baseado. Queria vê o dia em que isso aconteça, ma do jeito que a coisa anda, bem capaz de nossos ridículos governantes se familiarizarem com as “tendências da juventude”.
O dia em que escutei duas meninas falando isto, se renovou a esperança que tenho da juventude ser o futuro do Brasil. Num país em que as drogas estão por toda parte, desde os mais ate os menos favorecidos; ela está ou já passou por lá. Fazer o quê? É moda!
Duas jovens de aproximadamente 16 ou 17 anos, recusando um baseado, é uma cena rara, mas não impossível. Tive a certeza disto no momento em que presenciei esta cena e tive a liberdade de dar os parabéns a estas jovens.
Como eu disse, jovem vive se metendo até onde não é chamado, provando a hipótese proposta, me intrometi na conversa onde não era convidada, e parabenizei as meninas. Tudo hoje em dia é moda. Virar amiga de alguém que lhe ofereceu cocaína é fácil, portanto não deve ser difícil virar amigo de alguém que recusou essa “viagem”.
Somos manequins de uma tendência de moda, caberá a nós sabermos se queremos seguir ou não este estilo!
AUTORA: Jéssica Ortaça
ESCOLA: Onofre Pires
TURMA: 312
Primeiro beijo, primeiro amor, primeira boate, primeira bicicleta, há tantas primeiras vezes que passamos na vida que dá medo de lembrar como foi. Talvez por um fiasco e outras por ter sido tão boa.
A adolescência é a época em que mais procuramos coisas novas, nos metendo onde não somos chamados, passando vergonha ou marcando bela presença. Para que ter medo? Se vivermos com medo, não piscamos nem os olhos. Só acredito vendo! Mas você tem coragem mesmo de ir ver? Ao mesmo tempo curioso e aventureiro, mas também medroso.
“Drogas? Não obrigado”.Como queria que essa fosse a resposta de muitos adolescentes a quem lhes oferecesse um baseado. Queria vê o dia em que isso aconteça, ma do jeito que a coisa anda, bem capaz de nossos ridículos governantes se familiarizarem com as “tendências da juventude”.
O dia em que escutei duas meninas falando isto, se renovou a esperança que tenho da juventude ser o futuro do Brasil. Num país em que as drogas estão por toda parte, desde os mais ate os menos favorecidos; ela está ou já passou por lá. Fazer o quê? É moda!
Duas jovens de aproximadamente 16 ou 17 anos, recusando um baseado, é uma cena rara, mas não impossível. Tive a certeza disto no momento em que presenciei esta cena e tive a liberdade de dar os parabéns a estas jovens.
Como eu disse, jovem vive se metendo até onde não é chamado, provando a hipótese proposta, me intrometi na conversa onde não era convidada, e parabenizei as meninas. Tudo hoje em dia é moda. Virar amiga de alguém que lhe ofereceu cocaína é fácil, portanto não deve ser difícil virar amigo de alguém que recusou essa “viagem”.
Somos manequins de uma tendência de moda, caberá a nós sabermos se queremos seguir ou não este estilo!
AUTORA: Jéssica Ortaça
ESCOLA: Onofre Pires
TURMA: 312
Internacional:Paixão até o fim!
Quando comecei a escrever essa crônica achei que seria mais um tema de escola que seria feito para ganhar uns pontos a mais no trimestre, mas depois que escolhi o assunto fiquei muito empolgada.O assunto da minha crônica será sobre uma paixão que tenho de corpo, alma, e coração, o SPORT CLUBE INTERNACIONAL.
Sou colorada antes mesmo de eu nascer. Sou colorada fanática, não perco um jogo, fico nervosa em cada final de campeonato (o que acontece frequentemente), sou capaz de ficar sem dormir na véspera de um jogo da final.
Este ano meu time começou com o "pé direito" em 2009, foi campeão gaúcho invicto na segunda fase, a primeira de muitas taças conquistadas neste ano. O jogo da final do campeonato gaúcho foi um jogo insquecível , pois já aos 22 minutos do primeiro tempo já estava 4 x 0 para o Internacional.
Não assisti ao jogo com o meu pai(como o de costume), mas ouvi-o pela rádio, junto com meus amigos. Comemorávamos cada gol feito malucos, gritando muito, já meus amigos tricolores não estavam lá muito alegres, pois tinham sido eliminados pelo eterno campeão gaúcho.
Nunca vou deixar de ser colorada apesar das derrotas. Colorado que é colorado nunca deixa de ir ao estádio da Beira-Rio, nem de acompanhar o timão. Não tenho dúvida:Vou ser colorada para sempre, pois se tivesse escolhido o "outro lado" será que estaria escrevendo uma crônica dessas?
Aluna: Annelise Dorneles.
Turma: 311
Quando comecei a escrever essa crônica achei que seria mais um tema de escola que seria feito para ganhar uns pontos a mais no trimestre, mas depois que escolhi o assunto fiquei muito empolgada.O assunto da minha crônica será sobre uma paixão que tenho de corpo, alma, e coração, o SPORT CLUBE INTERNACIONAL.
Sou colorada antes mesmo de eu nascer. Sou colorada fanática, não perco um jogo, fico nervosa em cada final de campeonato (o que acontece frequentemente), sou capaz de ficar sem dormir na véspera de um jogo da final.
Este ano meu time começou com o "pé direito" em 2009, foi campeão gaúcho invicto na segunda fase, a primeira de muitas taças conquistadas neste ano. O jogo da final do campeonato gaúcho foi um jogo insquecível , pois já aos 22 minutos do primeiro tempo já estava 4 x 0 para o Internacional.
Não assisti ao jogo com o meu pai(como o de costume), mas ouvi-o pela rádio, junto com meus amigos. Comemorávamos cada gol feito malucos, gritando muito, já meus amigos tricolores não estavam lá muito alegres, pois tinham sido eliminados pelo eterno campeão gaúcho.
Nunca vou deixar de ser colorada apesar das derrotas. Colorado que é colorado nunca deixa de ir ao estádio da Beira-Rio, nem de acompanhar o timão. Não tenho dúvida:Vou ser colorada para sempre, pois se tivesse escolhido o "outro lado" será que estaria escrevendo uma crônica dessas?
Aluna: Annelise Dorneles.
Turma: 311
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